O Ministério Público de Rondônia reuniu a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), a Defensoria Pública, a Procuradoria-Geral do Estado, a Assembleia Legislativa e outros órgãos para discutir a oferta, na rede pública, de medicamentos para obesidade, canabidiol e implante contraceptivo, previstos na legislação estadual.
A reunião foi conduzida pelo promotor Leandro da Costa Gandolfo, titular da Curadoria de Saúde Estadual. Os participantes trataram de protocolos de atendimento, público-alvo, estimativa de custos e de como garantir que os recursos apareçam de forma adequada no orçamento estadual de 2027, com a identificação clara dos valores reservados para cada ação.
Houve consenso de que o acesso deve seguir critérios técnicos e evidências científicas, com prioridade para pacientes que tenham indicação clínica. Segundo a Sesau, a proposta ligada à semaglutida é a mais avançada e integra um programa de atenção à obesidade, com acompanhamento médico, nutricional e psicológico por equipe multiprofissional. Em relação ao canabidiol, a secretaria informou que está reorganizando a comissão técnica responsável pelo tema.
Resta ver quanto dinheiro cada uma dessas políticas vai receber no orçamento de 2027, que é o que decide se as leis saem do papel.
Da Redação Mídia Extra, com informações da Folha Nobre