Equipes de resgate vasculham nesta quinta-feira (29) os vagões destruídos na província de Toledo, no centro da Espanha, após a colisão de dois trens de alta velocidade na quarta (28). O balanço é de 69 mortos e mais de 100 feridos, e 57 seguem internados.
As autoridades dizem que o trabalho segue com cautela, com guindastes e cães de busca, pois ainda não se descarta a presença de vítimas sob os destroços. Um juiz proibiu a entrada de pessoas alheias às operações numa área de 2 km para cada lado da linha Madri-Sevilha.
O governo decretou três dias de luto nacional. Maquinistas mantêm uma greve marcada antes do acidente, que pede mais investimento em segurança ferroviária, e os líderes dos dois principais partidos suspenderam eventos da campanha eleitoral.
A tragédia mostra que segurança no transporte de passageiros exige investimento contínuo e fiscalização rigorosa. Para Rondônia e a região, o caso reforça a atenção necessária a esse tema sempre que se discute infraestrutura e logística.
Da Redação Mídia Extra